AGRONEGÓCIO
O agronegócio brasileiro apresentou crescimento consistente em todos os seus principais indicadores ao longo da última década. Um comparativo entre os anos de 2016 e 2026 mostra avanço nas exportações, na produção de grãos, na renda no campo, na área cultivada e na produtividade agrícola, segundo dados consolidados de fontes oficiais do setor. As estimativas são baseadas no último ano-safra disponível e refletem a evolução estrutural do agro brasileiro no período.
Em 2016, as exportações do agro brasileiro totalizavam R$ 84,9 bilhões. Para 2026, a estimativa aponta R$ 169,2 bilhões, representando um crescimento de 99,2%, ou R$ 84,2 bilhões adicionais em receita externa. O desempenho reforça o papel do Brasil como um dos principais fornecedores globais de alimentos, fibras e energia renovável.
Grãos
A produção nacional de grãos avançou de 186,9 milhões de toneladas, em 2016, para 353,1 milhões de toneladas em 2026. O aumento estimado é de 88,9%, equivalente a 166,2 milhões de toneladas adicionais. O crescimento está associado à incorporação de tecnologia, melhoria genética, manejo mais eficiente e maior integração entre agricultura e indústria.
A renda gerada no campo, medida pelo Valor Bruto da Produção (VBP), passou de R$ 941,2 bilhões em 2016 para R$ 1,391 trilhão em 2026. O crescimento é de 47,8%, com acréscimo de R$ 450,3 bilhões no período. O dado evidencia a relevância do agronegócio para a economia brasileira, com impacto direto sobre geração de renda, investimentos e arrecadação.
